quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Atolando na merda....

Quem nunca estava belo e feliz andando pela rua e de repente... plaff! pisou num coco de cachorro no meio da rua. Isso acaba com o  bom humor de qualquer um!
Os pobres dos cãesinhos não entendem que ali não pode fazer as necessidades, mas os donos sabem, mas não ligam e fingem até que nem viram o cãozinho paradinho ali no meio da rua fazendo aquela força pra se livrar daquele incomodo traseiro!
Em  São Paulo estão ardidas as calçadas de Copacabana, uma rua em Santana, na zona norte de São Paulo, onde mora a auxiliar de enfermagem Lígia Santos, 60.
Cansada de atolar o pé em cocôs de cachorro na porta de casa toda manhã, ela apelou para uma tática que considera altamente eficaz para espantar a cachorrada: destampou o vidro de conserva e "temperou" a calçada com pimenta. "Funciona que é uma beleza", afirma a auxiliar de enfermagem.
Em média, 12 pessoas ligam diariamente para a prefeitura para solicitar a limpeza de vias públicas --sujas não só por fezes de cachorro. A Folha visitou alguns bairros e constatou que a insatisfação é grande.
Fixada em 2001, a lei municipal 13.131 estipula uma multa de R$ 10 para quem não recolher das ruas as fezes de animal --longe dos valores da Lei Cidade Limpa, de no mínimo R$ 10 mil para quem descumpri-la. De difícil fiscalização, como reconhece a própria prefeitura --que não informou se já foi registrada alguma punição--, os moradores vão se virando para contornar a sujeira.
Cartaz e café
A batalha de Lígia, por exemplo, vem de longa data. Há alguns meses, colou no muro o cartaz: "Cuidado com o cão, veneno no chão". Para dar um tom verídico, espalhou pó de café na entrada de casa.
Resultado: ganhou inimizades, travou bate-bocas e recebeu até ameaça de que aquilo viraria caso de polícia. "A vizinha disse que ia me processar, chamar a polícia. Pode chamar, eu tenho razão", esbraveja a auxiliar de enfermagem.
Sem lixeira nos arredores, a Copacabana paulistana tem trechos intransitáveis. Ao lado da casa de Lígia, onde há uma construção, os cocôs se proliferam. "Os donos até recolhem a sujeira em saquinhos, mas jogam na rua, onde ninguém reclama", conta.
A lata de lixo mais próxima aliás, não fica nem na rua, mas em uma banca de jornais, e traz uma placa que pede aos moradores o favor de não jogarem ali cocô de seu cachorro.
Celina Maeda, dona da banca, se justifica: "O lixo da rua só é recolhido terça, quinta e sábado. Se eu permitir que joguem cocô de cachorro, fica um cheiro ruim que espanta os fregueses". Para ela, a questão é simples: o dono deveria levar para casa a sujeira feita por seu cão.
É o que faz a aposentada Ivone Pelliciari de Almeida, 66, que mora a poucas ruas de Lígia. Ao passear com a fox paulistinha Xuxa, 13, leva um aparato que consiste em papel toalha, saco plástico e serragem, que, segundo ela, facilita a limpeza quando o cocô está mole. Ela, porém, reclama do bairro: "Minha netinha aprendeu a falar cocô de tanto ver nas ruas".
Lixeira com mensagem
Se morasse na rua Cayowaá, em Perdizes (zona oeste), a neta de dona Ivone talvez adotasse outro vocabulário. Uma ONG distribuiu lixeiras pela rua com os dizeres: "Calçada não é privada, é pública".
Mas a iniciativa não foi estendida a todo o bairro. É disso que reclama a psicóloga Marita Soares, que passeia por lá todo dia com Baldo, um pastor alemão. "Não vejo isso nas outras ruas."
Aparentemente limpos, praças e parques têm de ser cuidados o tempo todo. Compete a Valderi Sousa, 43, a limpeza diária da Benedito Calixto, em Pinheiros (zona oeste). Contratado pela associação de amigos da praça, ele lamenta: "Se soubesse que você viria, tinha deixado num canto para te mostrar. Dá pra vender de quilo".
Na praça Buenos Aires, em Higienópolis (centro), mesmo com a distribuição de saquinhos patrocinada por pet shops do bairro, a sujeira é grande, e o trabalho, árduo. Renato Cordeiro, 23, responsável pela limpeza, diz encher um saco de 40 litros por dia com fezes de cão.
Enquanto as multas ainda não são aplicadas, Lígia continuará recorrendo à pimenta, que já perdia a validade. Despediu-se da reportagem com a promessa de aplicar uma nova demão na calçada em breve.
Eu mesma já sofri com isso com vizinhos meus, soltavam seus cães todos os dias para se aliviarem em frente a minha casa pois era a única na rua que tinha grama. As vezes eu estava atrasada pro trabalho, e saindo de casa.. pafff! Que ódio! como se não bastasse estar atrasada ainda me acontece isso. Comecei a reparar, na minha rua não passavam muitos cães de rua, então só podia  ser alguém, mas a principio não passava de suspeita ate que um dia chegando de carro em minha casa, minha mãe quase atropela quem? O cachorro do vizinho que tava naquele momento e foi pego no flagra! Dai comecei a repara que quando eu saia de casa o vizinho ficava no portão olhando eu sair, e quando eu virava a esquina ele saia, um belo dia encucada com aquela história resolvi ir ate a esquina e voltar só pra ver, adivinha: O cachorrinho dele no meu gramado se aliviando de novo e o cidadão ali olhando o cachorro caga com cara de satisfação vendo o bichinho trabalha! Que raiva, passei por ele e disse: bonito neh? ele mais do que depressa pego o cachorro no meio do ato no colo e levou ele pra dentro. Disse que iria colocar uma placa no muro pra meu marido mas ele disse que era melhor não arranjar encrenca com vizinhos. Oque eu ia escrever na placa?

" O cão só deixa na grama, oque o dono tem na cabeça!"
Existe até uma reportagem do CQC sobre o assunto olha ai:
video



Os donos de cães devem ter consciência que podem até causar acidentes, pois idosos podem escorregar. Catar é um ato de cidadania e de educação!

então vamos dar o exemplo, pois somos responsáveis não só por nossos cães mas também pelo que ele deixa pra traz!

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